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“…Quem faz do perigo o seu pão, do sofrimento seu irmão e da morte sua companheira…”




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RECORDAÇÕES SONORAS


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ASSIM VAI O MUNDO

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COMANDOS EM ANGOLA

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COMANDOS EM MOÇAMBIQUE

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COMANDOS NA GUINÉ

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Ladrões roubam caravana com o dono a dormir lá dentro

Uns ladrões despistados, do norte do País de Gales, roubaram uma caravana sem se aperceberem que o dono estava a dormir... dentro do veículo. William Roberts, de 73 anos, estava a fazer a sesta quando se apercebeu de barulho, adianta a «Daily Post».
Quando olhou pela janela, percebeu que a sua casa temporária estava a ser roubada. «Acordei e vi a caravana em movimento. Achei que estava a sonhar», afirmou.
Quando os ladrões pararam, o idoso ainda conseguiu saltar do veículo e chamar a polícia. Apesar de ter alguns estragos, a caravana foi recuperada.


Porra...já não se pode dormir descansado....



quarta-feira, 14 de julho de 2010

Antiguidades

CENTRO DE AVEIRO

Bêbedo senta-se num crocodilo para uma «festinha»

Um australiano, expulso de um bar por estar muito bêbedo, teve a ideia de ir dar um passeio até ao zoológico e entrar na jaula dos crocodilos. Como se não bastasse, resolveu sentar-se em cima de um dos répteis, avança a agência Efe.

Saltou uma cerca de arame farpado e sentou-se em cima de um crocodilo de água salgada, de cinco metros de comprimento, porque «queria acariciá-lo».
O réptil é que não deve ter gostado muito das festas, porque abocanhou-lhe uma perna. A perna também não o satisfez, porque soltou o homem, que aproveitou para fugir.
«Teve muita sorte de sair vivo. Estes crocodilos são conhecidos pelo facto de não deixarem ninguém escapar quando mordem», referiu o sargento Roger Haynes.
O australiano foi submetido a uma cirurgia e deve ter pensado duas vezes antes de voltar a acariciar um bicho destes.

Conclusão: Crocodilo não gosta de pernil em Vinha d'Alhos...

terça-feira, 13 de julho de 2010

Antiguidades


Encontrou 40 mil euros perdidos e... devolveu-os

Um empregado de limpeza de um hotel paquistanês encontrou 40 mil euros, deixados num quarto por um hóspede japonês e devolveu o dinheiro ao dono, noticia a BBC.
Khan, que ganha menos de 200 euros por mês, afirmou que nunca ponderou ficar com o dinheiro e foi convidado pelo Governo estadual a receber um prémio pela honestidade.
«O meu dever é para com o hotel. Os tempos são difíceis para todos, mas isso não significa que deveríamos começar a roubar e a ficar com coisas que não nos pertencem», afirmou.
O empregado, pai de cinco filhos, espera que o incidente ajude a melhorar a imagem do país, cujo Governo tem sido acusado de corrupção.
«Quero que as pessoas em todo o mundo saibam que há muita gente boa no Paquistão», defendeu.
Khan recebeu um prémio do hotel e foi convidado pelo governador de Punjab a participar numa cerimónia.

Ora aqui está uma boa lição para os governantes da sociedade...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Carta a El-Rei D. Carlos

Umas casas existem no nosso reino, onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais. De manhã, a um toque de corneta se levantam para obedecer, de noite, a outro toque de corneta se deitam, obedecendo.
Da vontade fizeram renúncia, como da vida. Seu nome é sacrifício. Por ofício desprezam a morte e o sofrimento físico. Seus pecados mesmo são generosos, facilmente esplêndidos.
A beleza das suas acções é tão grande que os poetas não se cansam de a celebrar. Quando eles passam na rua juntos, os corações mais cansados sentem estremecer alguma coisa dentro de si. A gente conhece-os por militares ...
Corações mesquinhos lançam-lhe em rosto o pão que comem, como se os cobres do pré pudessem pagar a Liberdade e a Vida!
Publicistas da vista curta acham-nos caros de mais, como se alguma coisa houvesse mas cara do que a servidão. Eles, porém, calados, continuam guardando a Nação do estrangeiro e de si mesma. Pelo preço da sua sujeição eles compram liberdade para todos, e a defendem da invasão estranha e do jugo das paixões.
Se a força das coisas os impede agora de fazer, em rigor, tudo isto, algum dia o fizeram, algum dia o farão.
E desde hoje, é como se o fizessem. Porque, por definição, o homem de guerra é nobre. E quando se põe em marcha, à sua esquerda vai a coragem e à sua direita a disciplina.
 

Moniz Barreto

segunda-feira, 5 de julho de 2010