terça-feira, 20 de julho de 2010
Regimento de Comandos
Ordem do Infante Dom Henrique
A Associação de Comandos foi agraciada como Membro-Honorário da Ordem do
Infante D. Henrique pelo Senhor Presidente da República Anibal Cavaco
Silva. Esta condecoração, recebida pelo Presidente da Associação Senhor
José Lobo do Amaral na cerimónia do Dia de Portugal, de Camões e das
Comunidades no passado dia 10 de Junho de 2007, em Setúbal, tem por
objectivo distinguir “Serviços relevantes a Portugal no País e no
estrangeiro” e “Serviços na expansão da cultura portuguesa ou para
conhecimento de Portugal, sua história e seus valores” (Artº 7º do
Decreto Lei nº 414-A/86 de 15 de Dezembro).
O reconhecimento
público, agora manifestado e oficializado, é mais um motivo de orgulho
para todos os Comandos.
Presidência da República, 08 de Junho de 2007
A Ordem foi criada em 1960, para comemorar o 500.º Centenário
da morte do «Navegador», o Infante D. Henrique, 5.º filho d'el-rei D. João I e
de D. Filipa de Lencastre.
Foi grão-mestre da ordem de Cristo, duque de Viseu,
fronteiro-mor de Leiria, cavaleiro da ordem da Jarreteira, de Inglaterra, senhor
da Covilhã, de Lagos e de Sagres, do Algarve, de cujo reino foi governador
perpetuo.
Nasceu no Porto a 4 de Março de 1394 e faleceu em Sagres, a 13
de Novembro de 1460.
Dedicou-se ao estudo das Matemáticas e em especial, às ciências
cosmográficas. Aplicou utilmente o uso do astrolábio na navegação e inventou as
cartas planas.
Teve o cognome de «Navegador», pois a ele se devem as primeiras
expedições destinadas a explorações, que permitiram as descobertas que fazem
parte da nossa história.
Devido a tudo isto, esta ordem honorífica destina-se a
galardoar serviços de assinalado mérito ligados a actividades ou estudos
histórico-marítimos ou ao conhecimento e divulgação da expansão de Portugal no
Mundo.
Distintivo
É formado por uma cruz pátea, de esmalte vermelho, filetada de ouro.
É formado por uma cruz pátea, de esmalte vermelho, filetada de ouro.
Fita
A fita é tripartida em partes iguais, das cores azul, branca e negra, dispostas em pala.
A fita é tripartida em partes iguais, das cores azul, branca e negra, dispostas em pala.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Soares Carneiro
Grã-Cruz
Alvará da TORRE E ESPADA ao GENERAL
“COMANDO” SOARES CARNEIRO
Considerando
que o general António da Silva Osório Soares Carneiro, desempenhou as
mais altas funções militares do país «Chefe do Estado Maior General das
Forças Armadas» durante perto de cinco anos, com mérito excepcionalmente
relevante. Considerando que ao longo da sua carreira, tanto em campanha
como em funções de elevada responsabilidade, se impôs à consideração
dos seus concidadãos pela firmeza, integridade de carácter, abnegação e
culto dos valores militares ao serviço dos superiores interesses
nacionais. Considerando o proposto pelo governo e ouvido o Conselho das
Antigas Ordens Militares: Mário Soares, Presidente da República e
Grão-mestre das Ordens Honorificas Portuguesas, faz saber que, nos
termos da respectiva Lei Orgânica, aprovada pelo Decreto - Lei n.º 414
A/86 de 15 de Dezembro, confere ao general António da Silva Osório
Soares Carneiro, de nacionalidade portuguesa, o Grau de Grã-Cruz da
Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
Presidência da República, 1 de Julho de 1994Primeira-dama do Japão diz que foi levada por um OVNI
A futura primeira-dama do Japão diz que conheceu Tom Cruise numa
outra vida e que foi raptada por extra-terrestres e levada
para Vénus.
O rapto está relatado
numa parte do livro «Coisas estranhas que encontrei».
«Enquanto o
meu corpo
estava a dormir, a minha alma viajou num
OVNI triangular até Vénus. Era um lugar bonito e muito verde», escreveu.
«O
actor principal é o Tom Cruise, é claro.
Porquê? Porque sei que ele foi japonês numa outra vida», adiantou Miyuki
Hayotama
que diz ter o sonho de fazer um filme de
Hollywood e contracenar com o actor.
Hatoyama, cujo marido ganhou
recentemente
as eleições, é conhecida por acreditar no
espiritualismo.
«Também comi o sol. Deu-me uma energia extraordinária», contou num programa de televisão.
«Também comi o sol. Deu-me uma energia extraordinária», contou num programa de televisão.
Miyuki
é uma actriz reformada e é obcecada por comida macrobiótica.
A pinga anda boa por aqueles lados....
A pinga anda boa por aqueles lados....
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Regimento de Comandos
Alvará da TORRE E ESPADA ao REGIMENTO
DE COMANDOS
Considerando
que os Comandos, cuja origem remonta ao ano de 1959, quando foram
criadas as primeiras companhias de tropas então conhecidas por Caçadores
Especiais, distinguiram-se sempre pela conduta dos seus elementos,
muitos dos quais sacrificaram a própria vida na defesa dos valores
sagrados da Pátria Portuguesa; Considerando os altos feitos de heroísmo
praticados pêlos mesmos em acções de combate nos três teatros de
operações durante a guerra do Ultramar; Considerando o extraordinário
sangue-frio, espírito de disciplina, preparação militar e elevado
patriotismo, dignos das mais altas tradições do Exército Português,
revelados por todos os militares do Regimento de Comandos em várias
situações e inclusivamente quando este foi chamado a actuar em defesa da
legalidade democrática, altura em que se houve com a maior eficiência,
serenidade, e a mais completa abnegação, assumindo desta forma
compromissos de iniludível fidelidade à Pátria; Considerando o
extraordinário espírito de corpo e invulgar eficiência técnica que o
Regimento de Comandos tem vindo a revelar desde a constituição das
primeiras unidades de Comandos, sempre norteados pelo ideal de bem
servir o Exército e a Pátria: O Presidente da República e Grão-Mestre
das Ordens Honoríficas Portuguesas, faz saber que, nos termos do
Decreto-Lei n.° 44 721, de 24 de Novembro de 1962, confere ao Regimento
de Comandos o título de Membro-Honorário da Ordem Militar da Torre e
Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
Presidência
da República, 22 de Fevereiro de 1985.
O distintivo da antiga Ordem Militar da
Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito é formado por uma estrela de cinco
pontas de esmalte branco, perfilada de ouro, assente sobre uma coroa de
carvalho, de esmalte verde, perfilada e frutada de ouro, tendo entre as duas
pontas superiores uma torre, de ouro e iluminada de azul, sendo a estrela
carregada, ao centro, de um circulo de ouro com uma espada de esmalte azul,
posta em faixa sobre uma coroa de carvalho de esmalte verde e realçada de ouro,
tudo envolvido por coroa circular de esmalte azul, filetada de ouro, com a
legenda « Valor, Lealdade e Mérito », em letras maiúsculas de ouro; no reverso,
ao centro e em campo de esmalte azul, o escudo nacional, circundado da legenda
«República Portuguesa», em letras maiúsculas, de ouro.
Placa - Com forma
pentagonal (de prata para os Comendadores e de ouro, para o Grande-Oficial e a
Grã-Cruz), com 68 mm x 82 mm, em raios abrilhantados, carregada de uma estrela
da Ordem, com uma torre coberta de ouro e iluminada de azul, entre as duas
pontas superiores.
Fita - De cor
Azul-Ferrete.
Fins: Por méritos excepcionalmente
relevantes demonstrados no exercício de funções dos cargos supremos que exprimem
a actividade dos órgãos de soberania ou no comando de tropas em campanha;
Por feitos de heroísmo militar e cívico;
Ou,
Por actos excepcionais de abnegação e
sacrifício pela Pátria e pela Humanidade.
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